quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Matemática mágica


Adivinhar um número no mostrador do relógio.


Um dos mais antigos truques de ilusionismo é levado a cabo com um relógio de pulso (ou de parede) e um lápis. Pede-se a um espectador que pense num número qualquer do mostrador.O executante começa então a bater com o lápis nos números do mostrador, aparentemente ao acaso. Entretanto, o espectador vai contando em silêncio à medida que o executante vai batendo. Começa com o seu número à primeira pancada ( se escolheu o número 7, a contagem será 7, 8, ...). Quando chega a vinte, diz: «Pare».Por estranho que pareça, ao dar esta ordem, o lápis do executante encontra-se precisamente sobre o número desejado.Método: As primeiras oito batidas são feitas ao acaso. A nona é sobre o 12. A partir daqui, as batidas são feitas no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio, a partir de 12. Quando o espectador manda parar, o lápis está sobre o número escolhido.·Em vez de instruir o espectador para o mandar parar quando atinge 20 na sua contagem silenciosa, pode deixá- lo parar em qualquer número superior a 12. Claro que ele terá de lhe dizer em que número pensa mandar parar. Subtraia simplesmente 12 a este número. O resto indica-lhe quantas batidas deve dar ao acaso antes de começar a bater no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio a partir de 12.


Adição Mágica



Faz circular pela audiência um bloco de apontamentos e uma esferográfica e solicita a um espectador que escreva um número de três algarismos. Um outro espectador escreve outro número de três algarismos por debaixo do primeiro, um terceiro espectador escreve outro número de três algarismos por debaixo dos outros dois e, por último, um quarto espectador escreve outro número de três algarismos.O bloco é entregue a um quinto espectador a quem se solicita que proceda à adição dos números e escreva o total num pequeno cartaz.Entretanto, o mágico não viu o que foi escrito. Encontra-se no lado oposto da sala, e pega noutro cartaz.
O mágico solicita ao espectador que fez a soma que se concentre no primeiro algarismo do total, simula concentrar-se para ler o pensamento do espectador e escreve o primeiro algarismo do total no seu cartaz. Isto repete-se para os restantes algarismos do total. No final ambos os cartazes são apresentados ao público e.... os resultados são iguais!!!
Para um efeito ainda mais surpreendente, o mágico pode escrever no seu cartaz o resultado final antes de por o bloco a circular pelos espectadores. Tapa o seu cartaz com um pano e, no final, revela os dois cartazes.
Preparação do truque: Como é possível o mágico saber a priori o resultado final? "Não tem nada que saber", o bloco realiza o truque, apesar da sua aparência inocente.

Deve-se utilizar um bloco com cerca de 10 cm x 8 cm, com a junção articulada (argolas) e, na primeira página, forme uma soma de 4 números de três algarismos (ver fig.)Estes números deverão ser escritos com uma caligrafia diferente para simular terem sido escritos por pessoas diferentes. Faça a soma e MEMORIZE o resultado. NÃO ESCREVA O TOTAL.

Vire o bloco, abra-o como se fosse a primeira página e coloque quatro ponto em coluna e uma linha horizontal por baixo para indicar aos espectadores onde deverão colocar os números.

Segure no bloco e abra-o na página que não está completa (2ª fig.). Volte a capa para a parte de trás e aproxime-se de um espectador solicitando-lhe que escreva o primeiro número de três algarismos a seguir ao primeiro ponto.O mágico retira-se para um canto da sala e espera que outros três espectadores (afastados uns dos outros) escrevam os quatro números. O último a escrever fecha o bloco e entrega-o ao mágico.Ao receber o bloco, o mágico coloca-o bastante acima da cabeça para evitar ver o seu conteúdo, e entrega-o a um espectador afastado dos quatro que escreveram os algarismos. Ao entregar o bloco, o mágico vira-o o que faz com que o espectador o abra na página que contém os números escritos pelo mágico (1ª fig.). Os espectadores que escreveram os números nunca desconfiarão que os números adicionados não foram os que eles escreveram.


Desafios




O Autocarro

Há 24 passageiros num autocarro, entre homens e mulheres. Se saíssem 3 homens, o número de mulheres seria o dobro dos homens. Quantos homens e quantas mulheres há dentro do autocarro?


Numa garagem existem bicicletas e automóveis num total de 20 veículos. Sabendo que se contaram 66 rodas, qual é o número de automóveis?

À procura do tesouro

Cinco amigos procuravam um tesouro dentro de um castelo e debaixo de uma estátua, encontraram um bilhete que dizia:
"Metade da distância mais a terça parte mais a quarta parte são 13"
O tesouro estava dentro do castelo. Como procurar o tesouro?


Número do BI
A Cátia precisava de escrever o número do bilhete de identidade nuns papéis que estava a preencher quando reparou que se tinha esquecido dos documentos em casa, Ficou aflita. A Diana, que estava com ela, perguntou-lhe:
- Não te lembras do número?
- Não. Mas lembro-me que é uma capicua de sete algarismos começada por 5 e que é um quadrado perfeito.
- Espera aí - disse a Diana. - Talvez assim eu consiga descobrir o número.
E realmente, uns minutos depois já a Cátia pôde acabar de preencher os papéis.
Qual é o número do BI?

O Treino

A Sandra, que é uma atleta de meio fundo, resolveu fazer um treino de 20 Km. Saiu a correr em direcção Sul e percorreu 5 Km. Depois voltou para Leste e correu mais 5 Km. Em seguida correu para Norte 5 Km e constatou, para seu espanto, que estava no local de partida. Será isto possível?


Maçãs
A Maria trazia uma cesta com maçãs. Encontrou um primeiro amigo e deu-lhe metade das maçãs que levava mais meia maçã. Depois encontrou um segundo amigo, deu-lhe novamente metade das maçãs mais meia maçã. Mais adiante encontrou uma amiga e deu-lhe novamente metade das maçãs mais meia maçã. Ficou sem nada.
Quantas maçãs tinha no início a Maria?

Farol

A altura do farol do cabo Espichel, medida do nível médio das águas do mar até ao plano focal é de 107m. a que distância da costa está um barco de 20 metros de altura, quando ele avista o farol?

Jogo de Ténis

Numa das eliminatórias de um torneio de ténis estavam presentes 8 jogadores. Cada jogador efectuou um único jogo com cada um dos outros jogadores.
Ao todo, quantos jogos foram necessários?

O Cálculo da Idade

Um professor, matemático famoso, presidia a mesa, de um acto eleitoral, quando surge uma dúvida sobre a idade de uma eleitora. O matemático achou que não era delicado perguntar a idade a uma senhora na presença de tantos eleitores. Que fazer? Só havia um recurso. Era apelar para a Matemática. O professor dirigiu-se atenciosamente à distinta senhora e disse-lhe: - Queira ter a bondade, minha senhora, de escrever aí numa folha de papel, sem que ninguém veja, o número que indique o mês em que a senhora nasceu. Já escreveu? - Sim, senhor – respondeu a dama. – Já escrevi. - Multiplique, por favor, o número obtido por dois – recomendou o professor. - Já multipliquei – confirmou a senhora. - Agora, ao resultado – prosseguiu o professor-, some 5 e multiplique tudo por 50. Acertou? - Perfeitamente. Está tudo certo, sou professora e tenho facilidade no cálculo. - Muito bem – disse o professor – some agora a sua idade ao número total e enuncie, por gentileza, em voz alta, o resultado final. A senhora fez o cálculo pedido e respondeu tranquilamente: - O resultado final, professor, é 1295. Todos os presentes estavam convencido que o professor, com aquela trapalhada de somas e produtos não seria capaz de descobrir a idade da eleitora. Entretanto o matemático, subtraiu 250, ao resultado que a eleitora lhe dera: 1295. Eis a conta:
1295 – 250 = 1045
O professor de Matemática ao ficar na posse do resultado (1045), escreveu, discretamente: «A eleitora nasceu em Outubro e tem agora 45 anos de idade». E tinha razão o ilustre matemático. Pelos cálculos feitos o resultado esclarecia tudo. Os dois primeiros algarismos (10), à esquerda, indicam o número do mês (o décimo mês do ano é Outubro), e os dois últimos algarismos, à direita, exprimem a idade procurada (45).
Experimenta também fazer os cálculos para outra pessoa, com outra idade, nascida noutro mês, e verifica se dá certo. Claro que dará certo! E assim, ficarás a saber como descobrir discretamente e com rigor a idade de qualquer pessoa.

Moedas

Num banco há 7 sacos de moedas correntes, de um mesmo valor, onde cada uma quais pesa 10 gramas. Um empregado, por erro, deixou junto a estos sacos outro, mas com moedas falsas, idênticas em tudo excepto no peso, já que pesam um grama menos que as autênticas. Como se poderá averiguar qual é o saco das moedas falsas fazendo apenas uma medição?

Cubinhos e tinta verde

Com vários cubinhos iguais construiu-se um cubo grande. Depois, algumas das faces do cubo grande foram completamente pintadas de verde. Quando se voltou a desmanchar o cubo grande, havia 24 cubinhos que não tinham nenhuma face verde.
Quantos cubinhos havia no total e quantas faces do cubo grande foram pintadas?

Relógio

Usando duas rectas, divida o relógio em três partes, de modo que a soma dos valores em cada parte seja a mesma.

Recipientes

Os três recipientes anteriores têm a capacidade, respectivamente, de 3 litros, 5 litros e 8 litros.
Se o recipiente maior estiver cheio de um líquido, por exemplo leite, como dividir o conteúdo de modo que fiquem 4 litros de leite, quer no recipiente de 8 litros, quer no de 5 litros?

Fósforos

Estes dezasseis fósforos formam cinco quadrados. Como colocar três fósforos de modo a formar só quatro quadrados?

A batalha

Lewis Carrol, matemático e escritor britânico conhecido principalmente pela sua obra "Alice no País das Maravilhas", sempre manifestou o seu interesse pelo absurdo e confusão.
Um problema que se lhe atribui diz o seguinte:
"Numa extraordinária batalha, pelo menos 70% dos combatentes perdeu um olho; 75% um orelha; pelo menos 80% perdeu uma mão e 85% uma perna. Quantos homens perderam pelo menos quatro órgãos?"

Como é possível?

Uma travessia de rio complicada

Trata-se de um quebra-cabeças muito antigo. Fala-nos de um artista, em viagem pelo interior do país, com um lobo, uma cabra e uma enorme couve. Chega à margem de um rio e o único meio de que dispõe para o atravessar é um pequeno barco que não suporta mais do que o homem e um de seus pertences de cada vez: ou o lobo, ou a cabra ou a couve. Infelizmente, ele não se atreve a deixar o lobo sozinho com a cabra, nem a cabra sozinha com a couve, porque o lobo comeria a cabra e a cabra comeria a couve. Depois de pensar durante algum tempo, o artista compreendeu que podia usar o barco para atravessar o rio, salvando todos os seus pertences. Como terá procedido?

Preparativos para o casamento

Um agricultor tinha três filhas, as quais, Luísa e Susana, gostavam muito de comer manteiga e natas, assim quando foi marcada a data do casamento de Nancy, fizeram entre elas um pacto para perderem peso. Para as ajudar na sua campanha de emagrecimento decidiram pesar-se regularmente, mas a escala da balança que possuíam, usada para pesar gado, começava nos 100 Kg. Apesar de ser a que precisava de perder mais peso, Susana não se deu por vencida. Ela contou com a possibilidade de conseguirem calcular os pesos individuais a partir das pesagens que fizessem duas a duas. No início da dieta:
Luísa e Nancy juntas pesavam 132 Kg Nancy e Susana juntas pesavam 151 Kg Susana e Luísa juntas pesavam 137 Kg
Qual o peso de cada uma delas?


quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Problema 2/11– Até cresce água na boca!


A Catarina vai fazer um bolo que leva dois decilitros de leite. Comprou um pacote de um litro, mas a mãe só tem uma medida de meio litro e outra de três decilitros.


􀃖 Como deve fazer para medir os 2 dl, sem utilizar
qualquer outro recipiente?


􀃖 E se o bolo só levasse 1 dl, como poderia obter essa
quantidade?


Atenção: não vale deitar leite fora.


Problema 3/11 – Isto é que é treinar!


O João anda a treinar para uma prova de atletismo. Em nove dias correu 117 km. Em cada dia, o João andou mais 1 quilómetro do que no dia anterior.

Quantos quilómetros correu por dia?



A Matemática e a Matemática escolar



Um processo transforma-se numa competência para a criança quando é seleccionado apropriadamente para corresponder às necessidades da situação e pode ser aplicado com sucesso e um mínimo de esforço mental. Uma estratégia é o resultado da combinação de processos e competências de algum tipo com o objectivo de finalizar ou atingir, uma solução ou uma meta e poder matemático inclui a capacidade para explorar, conjecturar e raciocinar logicamente; para resolver problemas não rotineiros, para comunicar sobre a Matemática e através dela; e para estabelecer conexões dentro da Matemática e entre a Matemática e outras actividades intelectuais. Também envolve o desenvolvimento da autoconfiança e a predisposição para procurar, avaliar e usar informação quantitativa e espacial na resolução de problemas e na tomada de decisões. (Normas profissionais para o Ensino da Matemática, 1994, p. 1)
Ou ainda,
A visão de equidade na Educação Matemática desafia uma concepção muito difundida na sociedade (...) a de que apenas alguns alunos são capazes de aprender Matemática. (Principles of Standards for School Mathematics, 2000, p. 12)
O Programa para o 1º Ciclo focaliza-se na resolução de situações problemáticas, que ...deverá constituir a actividade central desta área e estar presente no desenvolvimento de todos os tópicos. Sendo esta actividade promotora do desenvolvimento do raciocínio e da comunicação, deverá nestas idades ancorar em operações lógicas elementares e apoiar-se em materiais e linguagem gráfica que constituam uma ponte entre o real e as abstracções matemáticas. (Ministério da Educação, 1990, p. 126).
O Currículo nacional (Ministério da Educação - DEB, 2001) salienta que a
...competência matemática que todos devem desenvolver, no seu percurso ao longo da educação básica, inclui, entre outras, a predisposição para raciocinar matematicamente, isto é, para explorar situações problemáticas, procurar regularidades, fazer e testar conjecturas, formular generalizações, pensar de maneira lógica; o gosto e a confiança pessoal em realizar actividades intelectuais que envolvem raciocínio matemático e a concepção de que a validade de uma afirmação está relacionada com a consistência da argumentação lógica, e não com alguma autoridade exterior; e a aptidão para discutir com outros e comunicar descobertas e ideias matemáticas através do uso de uma linguagem, escrita e oral, não ambígua e adequada à situação" (Ministério da Educação, 2001, p. 57).


A definição das finalidades da Matemática explicitam muito claramente dois aspectos, relacionados entre si, que apelam ao contacto com métodos fundamentais da ciência de forma a apreciar o seu valor e natureza e a desenvolver confiança no uso da Matemática tanto para resolver problemas como para raciocinar e comunicar.
- A razão primordial para se proporcionar uma educação matemática prolongada a todas as crianças e jovens é de natureza cultural, associada ao facto de a matemática constituir uma significativa herança cultural da humanidade e um modo de pensar e de aceder ao conhecimento;
- A ênfase da Matemática escolar não está na aquisição de conhecimentos isolados e no domínio de regras e técnicas, mas sim na utilização da matemática para resolver problemas, para raciocinar e para comunicar, o que implica a confiança e a motivação pessoal para fazê-lo. (Ministério da Educação, 2001, p. 57).

Problema 0/11 – Voando em formação perfeita
Os grous, aves pernaltas que vivem habitualmente em regiões pantanosas, quando voam em bando dispõem-se em triângulo.
Passa um bando. É impossível contá-los, porque voam rapidamente. Mas consegues contar os da última fila: são 8.

- Quantos grous tem o bando?

Problema 1/11 – Os anos passam mais depressa para uns do que
para outros?

O senhor Joaquim, de 62 anos, tem cinco netos: o
André com 14, o Carlos com 9, a Marta com 3, a
Diana com 1 e a Eva também com 1 ano.
Daqui a alguns anos, a soma das idades das
netas será igual à soma das idades dos netos.


• Se o senhor Joaquim ainda for vivo, que idade terá nessa altura?

segunda-feira, 24 de novembro de 2008


Jardim-de-Infância da Boa-Hora
Jardim-de-Infância da Boa-Hora

segunda-feira, 17 de novembro de 2008



O Nosso Blog

Para que serve um Blog?
O nosso Blog pode servir vários objectivos. É sempre uma forma dos seus autores se expressarem, de publicarem o que querem ver publicado, e que provavelmente não se enquadraria em qualquer outro meio de comunicação.
Pode servir para ter um diário pessoal online, pode servir como ferramenta de comunicação entre pessoas com interesses comuns, pode servir para registar o desenvolvimento de um determinado processo (actividades das nossas escolas, por exemplo), pode servir para fazer ouvir uma voz (ou várias vozes) que não teriam a possibilidade de se expressarem em qualquer outro meio.

O que é um Blog?
A definição de Blog não é consensual.
Um Blog é um registo cronológico e frequentemente actualizado de opiniões, emoções, factos, imagens ou qualquer outro tipo de conteúdo que o autor ou autores queiram disponibilizar.
Existem muitos tipos de Blogs, ouve-se muitas vezes a expressão “Diário virtual” para descrever o Blog, pensamos que um Blog pode ser muito mais do que isso. Depende apenas e só do que o autor ou autores queiram que o seu Blog seja.

O que é a Blogosfera?
Entende-se por Blogosfera toda a comunidade e conteúdos que constituem os Blogs. O conjunto de quem faz, de quem disponibiliza e de quem lê Blogs é a Blogosfera.
EB1 da Vagueira



Dia do Não Fumador


17 de Novembro de 2008



A importância da Água na Nossa vida

O Ciclo da Água


Trabalho realizado em conjunto com os professores das AECs.



EB1 da Vagueira Norte


As nossas Regras


Leia e divulgue:






sexta-feira, 14 de novembro de 2008

  • Jardim de Infância da Vagueira

    Projecto - "Ecos da Ria"


    Estamos a observar imagens em livros, sobre a
    água!







  • Estamos a contar aos nossos colegas, o que
    aprendemos…


  • O Que descobrimos?

  • “Há países em que as crianças e os pais têm
    que andar muito
    tempo a pé para encontrar a água”.

    “É preciso fazer um esforço muito grande
    para conseguir
    beber água e arranjar água para fazer o comer, tomar
    banho!..

    “Há países em que a água não é boa para
    beber: tem
    micróbios, que podem fazer mal à saúde das pessoas. Se as
    pessoas
    não
    tiverem
    cuidado ficam muito
    doentes!”
~

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Boa-Hora

A Nossa Localidade

A nossa localidade chama-se Gafanha da Boa-Hora.
Fica perto de Aveiro e tem cerca de 4000 habitantes.
Ela é uma das localidades mais lindas de Portugal, porque tem o grande oceano Atlântico com areias finas onde qualquer turista gosta de se deitar. Está situada entre o verde da mata e o azul da ria e do mar.
As casas mais antigas são as casas gandaresas que eram dos agricultores, com um grande portão para o gado entrar com as carroças.
A nossa terra é a mais linda de todas.

A Origem da Nossa Freguesia
A Boa-Hora nasceu, entre a mata e a ria, no dia 19 de Novembro de 1885, e ficou a pertencer à freguesia de S. Tiago de Vagos. Só em 1966 é que foi elevada a freguesia. Antigamente a nossa freguesia era toda coberta pelo mar e a praia era em Vagos. O mar foi recuando e deixou um grande areal a descoberto, depois alguns homens descobriram-na e começaram a viver aqui, da terra ou do mar. Eram apenas agricultores ou pescadores. A nossa freguesia é a maior do concelho de Vagos, tem 9 km de comprimento. Hoje apresenta um grande desenvolvimento principalmente junto à praia, por causa do turismo.


Curiosidades
A nossa escola é uma das quatro escolas da freguesia, além de três Jardins de Infância e uma Escola Agrícola que nós visitamos muitas vezes.
Fica situada numa zona rural e piscatória com acesso a Vagos / Costa Nova / Gafanha do Carmo e Mira. A ligação entre Boa-Hora e estas povoações a nível de transportes públicos é bastante reduzida.
Da Boa-Hora à cidade de Aveiro há apenas transporte público duas vezes por dia, da Boa-Hora a Vagos apenas existe a carreira para estudantes que sai da Boa-Hora pela manhã e regressa ao fim da tarde. As principais actividades da nossa região são a agricultura, a pesca e a construção civil. Agora também já existem muitas fábricas na Zona Industrial, onde trabalham muitos dos nossos pais. No verão há mais empregos nos restaurantes da praia.
De Maio a Setembro os homens pescam com pequenos barcos (arte xávega) puxados por juntas de bois. No resto do ano pescam na ria na apanha de amêijoa, enguias e berbigão.
Na agricultura exploram o cultivo de cenoura, feijão verde, couve, ervilha, morango e batata.


A Culinária

A nossa culinária é um espectáculo!
Temos vários pratos típicos: a caldeirada de enguias, que é procurada por todo o mundo; sopa de feijão; feijoada; arroz de marisco; sopa do mar...Estes pratos são procurados, na Vagueira e no Areão, nos restaurantes que existem pela freguesia.




Projecto TRANSVERSAL: "Os ECOs da RIA"

PLANO DE ACTIVIDADES

A - Projecto: “Os Ecos da Ria”

Tema Transversal: “MISSÃO SALVAR A TERRA: ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS”

I - A ÁGUA (O DESAFIO DO SÉCULO XXI; in PCUA)

(Projecto a desenvolver durante o 1.º Período no âmbito do Projecto Curricular da Unidade de Gestão/Projecto ECO Escolas, com particular enfoque nas metas do PEE.)

Os primeiros anos do séc. XXI têm vindo a assinalar um grande debate em torno dos conceitos e metodologias utilizados pela Escola, debate esse que tem de unir a própria comunidade aos problemas cívicos e valorativos defendidos pela escola. Fala-se, agora, na reformulação do antigo conceito para passar a ser designado por Educação para o Desenvolvimento Sustentável e questionam-se os conteúdos programáticos utilizados durante os últimos anos do séc. XX, numa altura em que as Nações Unidas promovem a Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (2005-2014).
Portanto, a Escola deverá pautar-se por uma intervenção cívica e aglutinadora dos problemas ambientais passados, presentes e futuros (PCUA) de forma a aglutinar toda a comunidade em torno de um mesmo problema: Missão salvar a TERRA.


OBJECTIVOS GERAIS (PEE):
Educar para os valores e para o exercício pleno da cidadania;
Formar cidadãos activos, intervenientes, solidários e responsáveis;
Promover acções que aproximem a escola e a comunidade regional, fomentando o estabelecimento de intercâmbios.


Objectivos estratégicos:
Encorajar acções, reconhecer e premiar o trabalho desenvolvido pelos alunos na melhoria do seu desempenho ambiental, gestão do espaço escolar e sensibilização do espaço escolar.
Estimular o hábito de participação envolvendo activamente as crianças e jovens na tomada de decisões e implementação de acções ecológicas.
Motivar para a necessidade de mudanças de atitudes e adopção de comportamentos sustentáveis no quotidiano ao nível pessoal social e comunitário.


3. Implementação do Projecto

3.1 A metodologia envolve a adopção de sete elementos.
3.1.1 Conselho ECO-ESCOLA)
Força motriz do projecto, devendo assegurar a execução dos outros elementos e tem os seguintes objectivos:
Assegurar a participação activa dos alunos no processo de decisão do Projecto;
Assegurar que as opiniões de toda a comunidade escolar sejam tidas em consideração e, sempre que possível, postas em prática;
Assegurar a continuidade do programa;
Envolver e estabelecer a ligação com a comunidade local.
3.1.1.1 Auditoria Ambiental
Consiste na análise da situação existente, para identificação das situações que necessitam ser corrigidas e/ou melhoradas.

3.1.2 Plano de acção
Depois de elaborado com base na auditoria ambiental[1], definindo objectivos exequíveis, medidas de implementação e prazos de concretização.
3.1.3 Monitorização e avaliação
Sendo um Plano de Acção dinâmico, caso seja necessário durante a sua execução, deverão ser introduzidos os respectivos ajustamentos. As metas nele estabelecidas quando atingidas, devem ser celebradas com entusiasmo.
3.1.4 Trabalho Curricular
Os assuntos Curriculares que são estudados na sala de aula devem influenciar a forma de funcionamento da Escola/Comunidade, devendo esta ser informada e estimulada a tomar medidas.
3.1.5 Informação e Envolvimento da Escola e da Comunidade Local
Assegurar o esforço de envolvimento de toda a Escola, bem como da Comunidade Local. Para atingir esse objectivo, poderão ser realizadas exposições ou outros eventos especiais, por forma a focar a atenção da comunidade no trabalho desenvolvido.
3.1.6 Eco-Código (Condutas e procedimentos)
Declaração de objectivos traduzidos por acções concretas que todos os membros da Escola devem seguir e que deverá estar de acordo com o Plano de Acção a seguir apresentado.
Cada mandamento deve descrever uma acção a levar a efeito por todos os elementos da comunidade escolar, alunos, professores e, principalmente, comunidade envolvente.

3.1.7 Avaliação
Mensalmente em Conselho de Docentes: programação e avaliação das actividades.
[1] Elencar os problemas a resolver.

Projecto: LER+ No NATAL

CD1 (12/11/08)
Projecto: Ler+ no Natal
Sugestões para preparar o Natal envolvendo promoção da leitura orientada na sala de aula e realização de actividades centradas em obras sobre o Natal, durante o mês de Dezembro.
1. Livros recomendados para o Natal, dentro dos temas transversais: Educação pré-escolar; 1º e 2º anos de escolaridade; 3º, 4º anos de escolaridade
2. Organização de processo que permita às escolas dispor dos livros necessários para trabalhar nas turmas, eventualmente com:
- Recurso a empréstimos da biblioteca EB2,3 de Vagos e/ou da biblioteca pública ou aquisição (um conjunto de exemplares da mesma obra ou exemplares de obras diferentes para trabalhar em grupo).- Incentivo aos pais e encarregados de educação para que ofereçam livros (aos filhos e/ou à biblioteca escolar).
3. Programação de aulas que envolvam leitura de livros com contos, poemas ou peças de Natal, nas várias turmas das escolas.
4. Divulgação das histórias através da criação de um Blog ou Festa de Natal…
Sugestões:Actividades centrais:
- Leitura de obra(s), sendo aconselhável que a leitura e as actividades centradas em cada obra não se prolonguem por mais do que 3 a 5 dias;
- Diálogo com os alunos para assegurar a compreensão por parte de todos e a apreciação das mensagens da obra.
- Registo de mensagens da obra, em trabalho individual ou de grupo.

- Elaboração de cartões de Boas Festas a enviar a amigos, entidades e com recomendação de livros de Natal lidos na aula e outras mensagens.
4. Eventual programação de festa de Natal, aberta aos pais e à comunidade educativa, com base em actividades preparadas nas salas de aula.
Possibilidade de programação:
- Selecção em cada turma de um conto, alguns poemas ou uma peça, para apresentação na festa de Natal, a programar...
- Treino de leitura em voz alta e de memorização de alguns excertos ou poemas.
- Adaptação pelos alunos de conto lido na aula para reconto ou dramatização.
- Escolha de papeis e memorização de falas de peça escolhida na aula.
- Elaboração pelos docentes de uma encenação simples para apresentar os textos preparados em cada turma em Festa de Natal.
- Elaboração nas aulas de convites para a Festa de Natal e de cartazes, incluindo menção aos livros que serviram de base ao programa a apresentar.